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Patologias e Condições Respiratórias

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     . edema agudo     .Pneumotórax Basicamente, ar no espaço pleural, o qual pode vir do pulmão, ou de fora (ferimento), e pode ser espontâneo, hipertensivo ou secundário a doença pulmonar  ( WEST, John - Fisiopatologia Pulmonar ). Dos originados no pulmão, o espontâneo ocorre sem causa aparente, mas é devido à ruptura de bolhas de ar em seu interior, enquanto o hipertensivo também é "espontâneo", e decorre da entrada de ar no pulmão para dentro da pleura, ficando lá aprisionado e gerando aumento da pressão ( WEST, John - Fisiopatologia Pulmonar ). É uma situação de emergência, na qual é necessária drenagem torácica ( WEST, John - Fisiopatologia Pulmonar ). Já o secundário decorre de outras doenças pulmonares ou de barotrauma em ventilação mecânica     . Derrame Pleural Enquanto o pneumotórax é ar no espaço pleural, derrame pleural é líquido no espaço pleural e decorre de várias patologias, não sendo uma patologia por si mesmo  ( WEST, John...

Dreno Torácico

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  vídeo do Blog Experiências de um Técnico de Enfermagem Mias outro vídeo da excelente Cynthia Neves, em seu canal Fisioterapia Prática na UTI :

Lidando com a Traqueostomia

  O'CONNOR & WHITE (2010) LAGAMBINA et al (2011) CHEUNG & NAPOLITANO (2014) FREEMAN et al (2017) Desmame da traqueostomia Segundo "O ABC da Fisioterapia Respiratória", o desmame da traqueostomia se faz em alguns passos: . desmame do cuff: manter o paciente com cuff desinsuflado por períodos relativamente maiores, até chegar a 24hs sem sinais de desconforto, dispnéia ou aumento do nível de secreção; . depois do desmame do cuff, com o paciente tolerando e concordando, fazer o bloqueio do tubo de traqueostomia em períodos progressivamente maiores, até chegar a 24hs/dia, sem desconforto respiratório. Caso seja necessário fazer aspiração via traqueostomia, pode-se fazer nebulização com máscara oral. Teste para decanulação De acordo com  LAGAMBINA et al (2011) , pacientes que não precisem de Ventilação Mecânica por 48 horas são candidatos para a  decanulação , sendo que o teste para tal pode ser simples, como desinsuflar o cuff e tapar o tubo, observando se há...

Ventilação Mecânica Invasiva em Neonatologia e Pediatria

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 Ventilação Mecânica em Pediatria e Neonatologia O Thiago Amorim sugere diversos ajustes iniciais nos parâmetros ventilatórios INICIAIS para crianças e neonatos. Ele muito didático e organizado. Dá uma conferida no vídeo dele: Modo Ventilatório: PCV!!! (sim, ponto de exclamação pra deixar bem destacado!) Pressão: 20cm H2O (ou seja, pressão de 20 - segundo ele, valor inicial adequado tanto para adultos quanto crianças - ele ainda relata que PIPs - pressões de pico - acima de 35cmH2O são perigosas, gerando risco de barotrauma) FR: 20 a 30 (pediatria -2 anos de idade ou mais), 30 a 40 (neonatologia). Ajustar (refinar) esses parâmetros com base no CO2 (via gasometria ou capnografia) e na curva de fluxo do ventilador (se houver AutoPEEP na curva de fluxo, a FR está alta). Tempo Inspiratório: 0.8 a 1.2s inicialmente. Pode variar até 0.6 a 1.5s. Havendo AutoPEEP, reduzir tempo inspiratório para haver maior Tempo Expiratório e evitar a hiperinsuflação) FiO2: iniciar em 100%, depois adequ...

Ventilação Mecânica em Condições Específicas

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Perfil Obstrutivo A seguir, orientações gerais para a ventilação mecânica de pacientes com patologias obstrutivas (DPOC, por exemplo), de acordo com TANIGUCHI et al (2019) no "Guia Prático de Ventilação Mecânica para profissionais da área da saúde". VCV ou PCV 6ml/kg de peso predito FR de 8 a 12 I:E menor que 1:3 (ou seja, 1:3,3,  1:4 e assim por diante, visando minimizar o tempo insp para evitar hiperinsuflação pulmonar - verificar curvas de fluxo e volume, além da auto-peep) Fluxo: quando em VCV, de 40 a 60L/min FiO2: ajustar para obter SpO2 de 92 a 95% - PORÉM -> em DPOC busca-se de 88 a 92% (conforme outras fontes) Volume Minuto: em pacientes com retenção crônica de CO2 ajustar com objetivo de ajustar o pH, principalmente, e não a PaCo2 PEEP: se estiver com autoPEEP, ajustar a PEEP para cerca de 85% da autoPEEP. A questão que fica é quanto de autoPEEP mínima deve haver pra se fazer isso. Perfil Restritivo  Aqui também serão colocadas sugestões iniciais para patologias ...

Tubo Endotraqueal com Rolha

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Mas, o que é a rolha ? Confira aqui, no vídeo do Enfermeiro Fabiano . Mas o que fazer e como identificar uma rolha ? Deixo aqui dois vídeos de profissionais falando sobre como identificar e o que fazer quando houver rolhas no Tubo Endotraqueal (TOT) ou na Traqueostomia (TQT) . O primeiro é o vídeo do Antônio Andrade , Fisioterapeuta Intensivista e Respiratório. Dentre outras coisas, ele destaca que nem toda obstrução é rolha , tal como acotovelamento do tubo, paciente mordendo o tubo, "cuff" hiperinsuflado (gerando uma herniação e bloqueando o tubo), filtro encharcado e mal posicionamento. Ele também fala sobre como identificar a origem de uma eventual obstrução através de raciocínio clínico. E na rolha , o que fazer, numa situação grave (saturação caindo, paciente muito obstruído, sem tempo de trocar o tubo): procurar hiperoxigenar previamente (FiO2 de 100%), deixar em sistema de aspiração aberto, fazer a instilação de soro fisiológico e aspirar com movimentos circulares...

Ambú

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